Tratamentos Oferecidos

A Fert-Embryo através da aliança com os melhores laboratórios de São Paulo, busca viabilizar o tratamento de fertilização assistida para pacientes com limitações financeiras, tornando o custo do tratamento compatível às condições socioeconômicas do casal.

Os casais interessados passam por uma consulta para o diagnóstico do melhor tratamento e por uma avaliação social.

Os tratamentos realizados através do Projeto Gama ou Beta, possuem a mesma qualidade, excelência e assistência durante todo o processo.

Cliníca de Reprodução - Fert-Embryo - Tratamentos Oferecidos

Consideramos uma técnica de baixa complexidade . O Coito Programado mostra que algumas vezes o problema se resolve apenas com o agendamento do dia correto para a relação sexual.

Quando a paciente tem irregularidade em seu ciclo menstrual, essa técnica pode ser indicada, desde que não se apresentem outros problemas na saúde do casal. A indicação mais adequada para esse tipo de tratamento são os distúrbios hormonais e uma condição conhecida como síndrome dos ovários policísticos.

Etapas do tratamento

A mulher recebe medicamentos indicados para estimular a ovulação. A evolução do tratamento é acompanhada através do Ultrassom . Geralmente são necessários 3 a 4 exames de Ultrassom durante um ciclo de indução

Quando os ovários estiverem produzindo óvulos, o casal é orientado a ter relação sexual.

Sexo no período mais fértil da mulher

São indicadas, em média quatro tentativas.

Teste Pós – Coito

Tem como finalidade identificar sob a luz do microscópio, qual é o comportamento dos espermatozóides em contato com o organismo feminino. O teste ,é considerado deficiente, quando eles se encontrarem imóveis, ao invés de movimentos rápidos.

O coito programado, ou relação sexual programada, é considerado a técnica de reprodução assistida mais simples. A paciente só precisa se submeter a medicações e ultrassonografias transvaginais. A fecundação é feita por meio de relações sexuais normais, em especial no período de ovulação.

Assim como no caso das outras técnicas de reprodução assistida, a relação programada deve ser indicada por um especialista. O médico vai receitar o tratamento de acordo com a idade da paciente e os com os resultados dos exames do casal. "É durante as consultas que vamos analisar qual é o melhor tratamento para o casal".

O nome já diz tudo: Ciclo Natural – esta forma especial de fertilização in vitro é um um método de baixa complexidade e não utiliza medicamentos para induzir a ovulação

Esta forma especial de fertilização in vitro não utiliza medicamentos para induzir a ovulação. Por essa razão o custo do tratamento diminui sensivelmente. Diminui também a chance de ocorrer complicações, como gestação múltipla e síndrome de hiperestímulo ovariano.

O processo de fertilização é realizado com um óvulo único e, por isso, transfere-se apenas um embrião.

Esta forma especial de fertilização in vitro não utiliza medicamentos para induzir a ovulação. O processo de fertilização é realizado com um óvulo único e, por isso, transfere-se apenas um embrião.

Um dos momentos mais sofridos da fertilização in vitro (FIV) são os dias de aplicação das injeções que estimulam os ovários a produzir vários óvulos. Em alguns casos, dependendo da causa do problema de fertilidade, essa parte pode ser “pulada” e o médico pode trabalhar com o ciclo natural da paciente.

A FIV com ciclo natural é realizada da mesma forma que a fertilização comum. A grande diferença é que a mulher não terá que fazer a estimulação ovariana e o médico vai trabalhar com um único óvulo.

Indicações para FIV com ciclo natural

A primeira indicação para fertilização in vitro com ciclo natural é para casais formados por mulheres jovens, que têm ciclos menstruais regulares, e homens que apresentem algum problema nos espermatozoides. Outra situação que pode dispensar a utilização dos medicamentos é quando a paciente é saudável, mas possui uma obstrução nas trompas de falópio. “Ela tem que fazer uma FIV, mas na verdade tem regularidade menstrual, bom desempenho ovariano e útero saudável. As chances de implantação do embrião são altas, por isso podemos fazer a fertilização com o ciclo natural“, diz Marcos.

Segundo o especialista, a segunda maior indicação de FIV com ciclo natural é para mulheres mais velhas. “O que tem acontecido com certa frequência com as pacientes de idades mais elevadas é uma resposta não satisfatória à estimulação ovariana. Nós receitamos doses mais elevadas dos hormônios, mas mesmo assim elas conseguem produzir apenas um, dois ou no máximo três óvulos”, explica o médico. Diante desse quadro, alguns médicos vêm orientando essas mulheres a partirem para a fertilização com o ciclo natural, porque originalmente o corpo já produz um óvulo por mês. Dessa forma, elas não precisariam se submeter às “picadas” das aplicações.

Vantagens do tratamento

A grande vantagem do tratamento é que a paciente não vai ter nenhum risco de passar por uma síndrome do hiperestímulo ovariano, quando os ovários respondem de maneira exagerada ao tratamento, o que pode trazer complicações de saúde para a mulher. Além disso, a fertilização in vitro com ciclo natural tem custo menor do que o tratamento convencional.

Outra vantagem é que o risco de gravidez gemelar é mínimo. Se acontecer, será obra da natureza, já que um único embrião será implantado no útero da mulher. O tratamento ainda oferece mais pontos positivos, como a seleção natural do óvulo. E o endométrio dessa mulher estará em condições melhores do que as que passam por estimulação ovariana. “Quando não há exposição a doses altas de hormônios, o útero fica mais receptivo ao embrião”, diz Marcos.

Como o procedimento de retirada do óvulo vai aspirar apenas uma célula, a mulher não precisará ser submetida a uma anestesia geral. Os médicos podem fazer a retirada com anestesia local, com uma recuperação bem mais tranquila para a paciente.

(Alguns trechos retirados de: Vida e Estilo)

É considerado o principal exame para avaliação da fertilidade masculina. São avaliados o volume, o PH e a liquefação do sêmen. Em seguida, avalia-se concentração, motilidade (movimentação), morfologia (forma) dos espermatozóides e vitalidade.

O resultado do espermograma orienta o médico em sua decisão sobre qual tratamento deve ser realizado.

Capacitação Espermática:

Os espermatozóides sofrem modificações estruturais em sua membrana plasmática após contato com o muco cervical e penetração na cavidade uterina. Essas modificações possibilitam aos espermatozóides adquirirem motilidade hiperativa, fundamental no processo de penetração do espermatozóide no oócito . A capacitação espermática pode também ser obtida in vitro após contato com substâncias presentes nos meios de cultivo. As técnicas de capacitação espermástica têm como objetivos, além da própria capacitação, remover o plasma seminal, células mortas, debris e contaminantes presentes no sêmen, e selecionar os melhores espermatozóides. Em nosso laboratório, a capacitação dos espermatozóides é realizada através das técnicas de "swim-up" e de gradiente descontínuo coloidal.

Na técnica de "swim-up", o sêmen é depositado no fundo de um tubo de ensaio e coberto por uma pequena quantidade de meio de cultura. Os melhores espermatozóides se desprendem e nadam para a superfície (para cima). Após um período de 30 a 60 minutos, retira-se o sobrenadante, o qual contém os espermatozóides capacitados que conseguiram chegar a superfície. Esse material pode ser utilizado para realização de técnicas de reprodução assistida (inseminação intra-uterina, fertilização in vitro ou ICSI).

Na capacitação pela técnica de gradiente descontínuo coloidal, o princípio básico é a força centrífuga responsável pela passagem dos espermatozóides através de duas camadas de uma substância coloidal com diferentes concentrações. Essa técnica tem como objetivo reter espermatozóides mortos, células redondas e debris, deixando passar apenas os melhores espermatozóides. Após lavagem com meio de cultura para a retirada da substância coloidal e diluição em meio de cultura apropriada, o material pode ser utilizado para realização de técnicas de reprodução assistida (inseminação intra-uterina, fertilização in vitro ou ICSI).

Esta forma de tratamento é indicada para mulheres que apresentam:

  • - Muco cervical deficiente, devido a fator inflamatório ou fator imunológico
  • - Infertilidade Sem Causa Aparente (ESCA)
  • - Parceiros com espermograma alterado (oligospermia, astenospermia ou problemas anatômicos)
  • - Alterações na ovulação – como Síndrome dos ovários policísticos -, por exemplo

São utilizados medicamentos indutores da ovulação e monitoriza-se a ovulação através de ultra-sonografía transvaginal. O tratamento é considerado de baixa complexidade, ou seja, pode ser realizado no consultório. A integridade das trompas, que é o trajeto do útero até os ovários, é um dos requisitos para realizar esta técnica. O sêmen preparado deve conter uma quantidade adequada de espermatozóides para que completem o trajeto até os óvulos.

É uma técnica de reprodução medicamente assistida que consiste na colocação, em ambiente laboratorial, (in-vitro), de um número significativo de espermatozóides à volta de cada óocito, procurando obter embriões de qualidade e transferir posteriormente para a cavidade uterina.

É indicada para pacientes que apresentam:

  • - Doença nas trompas que não pode ser corrigida cirurgicamente
  • - Esterilidade sem causa aparente (ESCA) e sem sucesso com IIU
  • - Infertilidade por fator masculino
  • - Endometriose – não responsiva a intervenção clinica ou cirúrgica, não responsiva
  • - Problemas imunológicos – não responsivos a IIU
  • - Esterilização voluntária previa – Laqueadura de trompas – Vasectomia

Injeção Citoplasmática Subcutânea

É indicada quando o casal apresenta os fatores:

  • - Fator masculino grave
  • - Azoospermia
  • - Fator imunológico

A ICSI está indicada principalmente, nos casos de fator masculino severo, quando a quantidade de espermatozóides é muito baixa ou ausente na ejaculação. O procedimento auxilia o processo de fertilização através da injeção direta de um espermatozóide no citoplasma do óvulo.

Indução da Ovulação – Namoro Programado – Relação Sexual Programada (Baixa Complexidade)

A paciente pode ter sua ovulação induzida por medicamentos com a finalidade de obter maior número de óvulos. O crescimento deles é acompanhado por ultra-sonografia seriada transvaginal até que os folículos atinjam um tamanho ideal (em sincronia com o Endométrio -que é o tecido que reveste o interior do útero onde ocorre a implantação do embrião). Através do estímulo hormonal, os óvulos devem ter um crescimento progressivo e atingir um tamanho aproximado de 18 mm e o endométrio, uma espessura superior a 7 mm . A partir desse momento, são recomendadas relações sexuais. Pelo maior número de óvulos disponíveis e pela certeza da época da ovulação, as chances de gravidez são substancialmente maiores quando comparadas ao ciclo espontâneo (sem medicação).

Quando a esterilidade do casal está ligada a problemas ovulatórios, a indução da ovulação será recomendada pelo médico em qualquer um dos tratamentos utilizados.

É um exame que pode ser realizado no processo de Fertilização In Vitro ( FIV), tendo como objetivo o diagnóstico genético nos embriões, antes da implantação no útero da paciente. É realizado a partir da aspiração de um ou mais blastômeros de um pré-embrião ou do primeiro corpúsculo polar do oócito.

O DGPI acrónimo de Diagnóstico Genético Pré-Implantação (pré implantacional ou pré-implantatório) é um método de diagnóstico pré-natal utilizado em técnicas de reprodução medicamente assistida e que visa prevenir a transferência de embriões portadores de graves doenças géneticas, por ex. a PAF(doença dos pezinhos), ou cromossómicas, por ex. a trissomia 21(mongolismo).

Obtenção das células

As células necessárias à realização do DGPI são obtidas geralmente no terceiro dia de desenvolvimento do embrião em que este possui entre seis e doze células. Destas são recolhidas por biópsia uma a duas células que se destinam a ser analisadas.

Técnica

São utilizadas duas técnicas de DGPI: a FISH (Fluorescent “In situ” Hibridization), para detecção de patologias cromossómicas e a PCR (Polimerase Chain Reaction) para detecção de patologias génicas.

Casos na história

O primeiro bebê sem gene cancerígeno, é uma menina londrina. Foi retirado o gene BRCA1, causador de câncer de mama e ovário. As três últimas gerações da família da criança tinham diagnóstico de câncer.

(Trechos retirados de: Wikipédia)

Utiliza-se o congelamento de embriões desde a metade da década de 1980 e atualmente é um procedimento existente nos grandes centros de reprodução humana. As novas tecnologias de criopreservação permitem ao especialista em infertilidade o congelamento de embriões em excesso, no momento da TRA, para transferência futura. A transferência de embriões congelados pode ser executada com pouca necessidade de intervenção do médico. É necessária a monitorização ultrasonográfica cuidadosa da paciente a fim de determinar com precisão a ovulação e o momento adequado para a transferência do embrião. Pode-se usar o ciclo natural, ciclo com preparação estradiol (paciente acíclica).

Vitrificação de oócitos

O "congelamento" de óvulos consiste, em preservar em nitrogênio líquido, óvulos usando uma técnica de esfriamento.

A técnica mais adequada é conhecido como Vitrificação, pelo fato desta técnica não produzir cristais de gelo no momento da solidificação de óvulos no ultra-resfriamento em nitrogênio líquido, promovendo passagem ao estado de solidificação chamado de estado vítreo (glass-like).

O procedimento segue exatamente o mesmo preparo que para o congelamento de embriões até a captação de óvulos, quando estes, ao invés de serem fertilizados, são criopreservados. Os óvulos podem ser obtidos tanto pela estimulação hormonal como, alternativamente, pela maturação in vitro. A maior vantagem do congelamento de óvulos é que independe de parceiros.

Indicações:

  • - Para evitar congelamento de embriões:
    • Pacientes que tiveram produção de excedente (mais que 3 a 5 óvulos) de óvulos pode “congelá-los”, para “descongelá-los” futuramente, obtendo novos embriões numa segunda tentativa de engravidar.
    • Nesta indicação existe um apelo de ordem Filosófico, Ético, Religioso , pois não congelaríamos embriões.
    • Nesta indicação podemos também enxergar um apelo clínico: onde podemos acabar ou minimizar o nascimento de gravidez múltipla.
  • - Pacientes que queiram preservar sua fertilidade, “congelando” tecido ovariano ou Óvulos por que terá de submeter à Quimioterapia ou Radioterapia Pélvica.
  • - Pacientes que têm como antecedente Familiar de Menopausa Precoce, e com sinais indicativos de que possa estar o com risco familiar presente.
  • - Pacientes que não tem perspectiva de ter sua prole após 35 anos de idade. O que aconselhamos é tentar engravidar naturalmente antes do 35 anos ou até antes dessa idade . Mas mesmo assim , e se não tiver nenhuma expectativa de engravidar antes dessa época, pode-se pensar em preservar alguns óvulos. (Seria um alternativa de exclusão, já que a alternativa natural está descartada) Opondo frontalmente do que se veicula pela mídia de “fertilidade garantida”

Reversão de Laqueadura

Consiste em uma cirurgia onde é realizada a reconstrução da trompa. É importante o conhecimento de como a cirurgia prévia foi realizada, pois disto depende o sucesso da reversão.. O procedimento é usualmente realizado por vídeo-laparoscopia ( cirurgia minimamente invasiva) com internação hospitalar, sendo a recuperação pós-cirúrgica rápida.

Reversão de Laqueadura e Fertilização in vitro (FIV)

Pode surgir dúvida entre a reversão da laqueadura ou realizar a fertilização em vítrio (FIV). Alguns aspectos devem ser considerados como faixa etária da paciente e outras causas de dificuldade para engravidar.

Procedimentos urológicos

Pacientes que necessitam de procedimentos específicos urológicos, são encaminhados ao médico especializado – Urologista -, que realiza a indicação do tipo de procedimento a ser realizado. Existem várias possibilidades para obtenção de espermatozóides como:

Reversão de vasectomia

Técnica PESA : Aspiração percutânea de Espermatozóides do Epidídimo.

Técnica MESA : Aspiração micro cirúrgica de Espermatozóides do Epidídimo.

Técnica TESA : Aspiração percutânea com agulha do Testículo.

É uma doença que acomete as mulheres em idade reprodutiva e que consiste na presença de tecido semelhante àquele que reveste o interior do útero (endométrio) em outros locais do útero, ligamentos, em outros órgãos da pelve, abdômen ou mesmo outras regiões do corpo. O endométrio é a camada interna do útero, que se renova mensalmente pela menstruação.

Assim, como o endométrio, os focos de endometriose reagem ao estímulo dos hormônios sexuais femininos. Sendo assim, aumentam de tamanho e podem até sangrar no período da menstruação.

Sintomas:

- O sintoma mais comum é a dor, variando de cíclica ou contínua. Geralmente ocorrem na parte inferior do abdome e na pelve. Os sintomas aparecem geralmente antes do início da menstruação, tornando-se progressivamente maior até o inicio do sangramento e diminuindo após o período menstrual.

Diagnósticos:

História Clínica: Presença de cólicas muito fortes no período menstrual (com piora progressiva): dor profunda na relação sexual (dependendo da posição); dor com irradiação para a raiz da coxa ou para o ânus; dor para evacuar (às vezes com diarréia) ou para urinar no período menstrual.

Exame Ginecológico: O toque ginecológico pode revelar nódulos fixos e dolorosos na parte posterior do útero (entre o útero e o reto). Algumas vezes massas anexiais fixas podem ser encontradas bilateralmente.).

Exames complementares: A dosagem do Ca-125 sanguíneo no período menstrual costuma estar acima de 35 U/ml nos casos mais avançados da doença. A ultrassonografía transvaginal tem boa precisão para o endometrioma de ovário (cisto hemorrágico). A Ressonância magnética da pelve no período menstrual é um excelente método para o diagnóstico da endometriose infiltrativa profunda. Tratamento:- Existem dois tipos de tratamento: cirurgia e tratamento medicamentoso. A opção pelo tipo de tratamento deve levar em consideração efeitos colaterais c o que se espera obter com ele.

A confirmação do diagnóstico só pode ser dada através da biópsia feita durante a cirurgia. O procedimento mais indicado é a vídeolaparoscopia, que consiste na introdução de uma microcâmera através de um pequeno corte no umbigo e na manipulação da cavidade abdominal através de instrumentos cirúrgicos delicados que são introduzidos através de pequenos orifícios no abdome. Por ser considerada uma cirurgia (com anestesia geral), a laparoscopia assume cada vez mais um papel no tratamento (ressecção das lesões) e não no diagnóstico da endometriose.

A síndrome do ovário policístico é uma das desordens endocrinológicas mais comuns afetando aproximadamente 6% a 10% da população feminina em idade reprodutiva. É a causa mais comum de infertilidade anovolutória (sem ovulação) sem, no entanto se saber a causa ou o defeito de base. É uma síndrome importante por acometer um grande número de mulheres em plena idade fértil. Os marcadores desse distúrbio são irregularidades no ciclo menstrual,excesso de androgênios circulantes e ovários policísticos.

Os sintomas mais comumente queixados pelas mulheres são:irregularidades menstruais, infertilidade, obesidade e sintomas relacionados com aumento de androgênios -hirsutismo e acne. A maioria das mulheres tem a primeira menstruação numa idade normal, mas iniciam com ciclos irregulares que gradualmente se tornam mais irregulares, geralmente levando a amenorréia. Recentemente tem sido mostrado a associação da SOP à resistência periférica à ação da insulina o que pode levar à intolerância à glicose e ao diabetes mellitus tipo 2.

As formas de tratamento devem ser analisadas caso a caso, de acordo com os sintomas da paciente. Muitas delas são de efeito mais estético que terapêutico.Embora alguns sintomas possam ser tratados como doenças isoladas (acne, por exemplo), não é recomendável fazer essa medicação específica, pois ela não atua na origem da SOP, tendo efeito apenas superficial.

As formas de tratamento mais comuns são:

  • - exercícios físicos regulares
  • - dieta de emagrecimento ou específica para diabéticos
  • - uso de pílula anticoncepcional específica para SOP, que atua também nos problemas de acne e hirsutismo, além de regular o excesso de testosterona
  • - se necessário uso de hipoglicemiantes orais
  • - uso de estimulantes da menstruação

Laqueadura ou ligadura tubária é um método anticoncepcional (método para prevenir a gestação) no qual as tubas (ou trompas) são cirurgicamente amarradas, cortadas ou queimadas para prevenir a passagem dos óvulos dos ovários para o útero. Reanastomose tubária ou reversão de laqueadura tubária é um método cirúrgico pelo qual se retira a parte danificada das trompas e se unem as partes sadias, restabelecendo com isto a fertilidade da paciente. Esta cirurgia pode ser uma opção para as mulheres que, por várias razões, desejem restabelecer sua fertilidade. Pode ser realizada pela via tradicional ou por laparoscopia.

O sucesso desta cirurgia depende de vários fatores:

  • - O comprimento e a vitalidade dos segmentos de trompas a serem unidos;
  • - A idade da mulher no momento da cirurgia para reversão – indicação maior para pacientes abaixo dos 36 anos.
  • - O método utilizado para laqueadura tubária;
  • - Quantidade de tecido de cicatrização na região da cirurgia;
  • - Qualidade do espermograma do parceiro e ou presença de outros fatores de infertilidade.

A reabertura das trompas nos fornece uma grande chance de gestação (mas não é uma garantia) se as trompas da mulher forem saudáveis e não houver outros fatores de infertilidade. Dentro de condições ótimas, as taxas de gestação são de 75% a 80%. Tanto esta taxa de sucesso como o tempo necessário para se conseguir a gestação após a cirurgia são influenciados pelos fatores acima. Geralmente gestação ocorre dentro do primeiro ano após a cirurgia.

Normalmente a paciente pode ir para casa no mesmo dia. Após a cirurgia, o médico vai prescrever analgésicos e instruções específicas de acordo com a necessidade. A maioria dos pacientes retorna às suas atividades normais dentro de 15 dias.

Pré- Requisitos para cirurgia

  • - História médica e exame físico;
  • - Espermograma do marido (parceiro);
  • - Histerosalpingografia (Raio-X que mostra o útero e trompas);
  • - Cada casal deverá ser avaliado previamente de acordo com a idade, técnica utilizada na época do procedimento – Laqueadura – , seus anseios e as possibilidades reais de sucesso;

Quando a mulher já não produz óvulos ou os óvulos que produz são de baixa qualidade, ela pode utilizar óvulos de uma doadora.

Mulheres com menopausa precoce, endometriose, síndrome de turner e outras doenças podem necessitar deste tipo de tratamento.

O tratamento realizado é a fertilização in vitro, porém os óvulos utilizados vêm de uma doadora. Estes óvulos são fecundados com os espermatozoides do marido da paciente e os embriões resultantes colocados dentro do útero.

As doadoras podem ser pacientes que estejam em tratamento de fertilização e que tenham óvulos excedentes ou mulheres voluntárias que se dispõem a doar. Todas elas devem ter menos de 36 anos de idade (devido à qualidade dos óvulos), não podem ter doenças como endometriose ou doenças hereditárias e são testadas para doenças infecciosas.

A doação de óvulos no Brasil é anônima. A doadora não conhece a paciente que receberá os óvulos, nem é permitido à paciente conhecer a identidade da doadora. Cabe à equipe médica selecionar a doadora com base nas características físicas do casal receptor e grupo sanguíneo.

Laqueadura ou ligadura tubária é um método anticoncepcional (método para prevenir a gestação) no qual as tubas (ou trompas) são cirurgicamente amarradas, cortadas ou queimadas para prevenir a passagem dos óvulos dos ovários para o útero. Reanastomose tubária ou reversão de laqueadura tubária é um método cirúrgico pelo qual se retira a parte danificada das trompas e se unem as partes sadias, restabelecendo com isto a fertilidade da paciente. Esta cirurgia pode ser uma opção para as mulheres que, por várias razões, desejem restabelecer sua fertilidade. Pode ser realizada pela via tradicional ou por laparoscopia.